Assexualidade: FAQ

Este post consiste de um trecho do artigo a seguir: Título: Saindo do armário: a assexualidade na perspectiva da AVEN–Asexual Visibility and Education Network Autor: Elisabete Regina Baptista de Oliveira, 2013. Publicado em: Seminário Internacional Fazendo Gênero 10. O trecho passou por edições de formatação visual para que fosse mais adequado ao formato de um blog. Introdução Assim como outras […]

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Agricultura sustentável na China

Fonte: Roberto Giansanti. “O Desafio do Desenvolvimento Sustentável” – 6ª edição – 1998 – Atual Editora. Capítulo 6: O uso sustentável dos recursos; seção “Sistemas agrícolas sustentáveis”. Uma experiência de uso sustentável dos recursos em comunidades agrícolas foi desenvolvida na China. Nesse país, a revolução socialista de 1949 colocou o desafio de alimentar a enorme população, hoje na casa de […]

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Existe vida além da Democracia? – Publicação

Publicado originalmente no b.d.r.n.@ em 03/10/2017. Existe vida além da Democracia? Material analizando a ideia da democracia “representativa” no mundo atual, original do coletivo Crimeideia e republicado pela Clandesta Ediciones, trazido para o português pela BDRNA. Hoje em dia, a “democracia” rege o mundo. O Comunismo caiu, e as eleições acontecem até nos países ditos subdesenvolvidos no chamado terceiro mundo, […]

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Sectarismo e disputa ideológica

As ideologias, mesmo quando possuem boas intenções, assumem na política que a hostilidade é princípio do discurso e da ação, e mesmo a trégua, as alianças e a paz só se justificam na medida que forem convenientes para esmagar o inimigo no momento que for propício. Assim, e especialmente quando o combate se torna franco e aberto, elas hão de seguir o bom conselho de Maquiavel – a menos que queiram perder a guerra logo na primeira batalha – e vão passar seus tratores sobre os fatos com um respeito tal que só mesmo o instinto de sobrevivência pode devotar a eles; pois isso não apenas é necessário, mas justamente por tornar os fatos tão (in)verossímeis quanto ocorre sob os véus de qualquer outra “fonte de informações”, elas terminam por angariar, umas diante das outras, ao menos uma certa “equivalência” que supostamente as torna algo legítimas quando se reivindicam as únicas autênticas porta-vozes e cala-bocas da realidade.

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